quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FESTAS DE FIM DE ANO

É impressionante, justamente na época do ano em que deveríamos nos conscientizar de determinadas atitudes, de olharmos para o próximo com empatia e pensar: Não farei algo que não gostaria que fizessem comigo. É que a coisa degringola.
Uma coisa que me deixa pasma observando a minha vizinhança. O povo passa o ano todo, reclamando que não tem dinheiro para comprar pão, comida para os filhos, pagar o aluguel, material escolar e etc. No entanto, basta chegar o fim de ano e todos eles estão com os amaldiçoados foguetes e bombas. A ignorância é tanta que ninguém se toca que o barulho causado por esse vandalismo, prejudica a audição e pode provocar acidentes inclusive fatais. A irresponsabilidade dos pais, que de cara cheia, não sabem nem aonde estão os filhos pequenos. Dão graças a Deus que não estão por perto. Adivinha aonde eles estão normalmente. Sim, estão em rodas com fogos perigosos e proibidos para menores, acompanhados muitas vezes por pessoas ligadas inclusive ao mundo do crime.
Aí acontece uma coisa horrível. Pois é, acabou... já era... Se bem que aí surge mais um motivo para encher a cara de álcool, a tristeza pela perda do filho. 
Sinceramente, na minha cabeça não entra a lógica de soltar fogos. É queimar dinheiro e passar o ano todo reclamando da fata de pão.
Som alto é outra coisa que não faz sentido. Pra quê colocar o som alto e ficar gritando pra conversar. Ninguém está dizendo que você não pode ouvir a sua música, por mais lixo que ela seja, mas a sua liberdade termina onde começa o direito das outras pessoas de ter sossego. Ouça baixo, não precisa estrondar janela de ninguém. Não vou citar o gênero musical, porque todos já devem saber qual é.
O brasileiro não sabe lidar com a liberdade e muita coisa deveria sim ser censurada. Cidadãos de bem se sentem ofendidos e constrangidos pelo linguajar chulo e conteúdo de extremo mau gosto. Não é música. É poluição sonora. Agressão gratuita. Proliferação de mensagens de orgia e bandidagem.
O extremo sentimento de angústia que nos abate é justamente associado à sensação de que não se pode ter tranquilidade nem dentro de casa. Ninguém está pedido muito, queremos apenas poder assistir um filme, ler um livro, conseguir ter um momento íntimo com os próprios pensamentos.
Infelizmente, o bom senso não resolve... sobra o quê além da porrada?

quarta-feira, 1 de julho de 2015

A JUSTIÇA NO BRASIL É UMA PIADA QUE NÃO TEM A MENOR GRAÇA

Quanto custa ser honesto?
Com certeza é mais barato que ser justo e arcar com peso dos seus erros.
Quanto custa uma mentira?
Com certeza é mais barata do que reconhecer que sua verdade prejudicou uma vida.
Quanto tempo se trabalha árdua e honestamente para no fim ter seus direitos garantidos?
Quase nada. Quase cem anos. Com certeza menos do que construir falsas provas.
Quando foi que documentos, provas e evidências passaram a valer menos que uma mentira verbal sem qualquer sustentação?
Provavelmente quando deixaram de lado o conceito de justiça pelo conceito de lucro a todo custo.
Quanto custa a alma de empresários que tem suas firmas construídas com o sangue e o suor de trabalhadores corretos, ingênuos e que são jogados no fundo do poço em nome da usuragem e da imcompentência de quem deveria zelar por eles ou, no mínimo fazer a sua tarefa direito?
Com certeza custa muito menos que comprar um desembargador.
Perdoem-me, mas acredito que tenho direito de não rir dessa justiça que não passa de uma piada, sem graça e muito mal contada. Sinceramente, hoje me envergonha ter no RG a nacionalidade declarada como brasileira, porque apesar de muita gente boa, a cada dia um se converte ao caminho do mal e já estão se tornando maioria.
Como conseguir dormir com o barulho da injustiça, da falsidade, da falta de caráter e da falta de respeito?
Com certeza tendo o poder de fazer o barulho..

domingo, 26 de janeiro de 2014

SE TIVER QUE FICAR COM RAIVA FIQUE DA PESSOA CERTA

Grande parte das vezes em que assisto uma reportagem sobre um assalto, um assassinato ou coisas do gênero, eu fico revoltada. Aliás, quem não ficaria? Mas eu reparei uma coisa: a maioria das pessoas fica com raiva da polícia. Eu não compreendo muito isso. Existem muito mais bandidos que policiais isso é fato. Mas por que as pessoas ficam com raiva da polícia ao invés de ficar com raiva do bandido? Completamente sem sentido isso. A polícia tem a obrigação de nos proteger e nem sempre eles estão no lugar certo, porque não sei se alguém reparou, mas bandido se finge de burro e ignorante pra alguém ficar com pena, mas são espertos o suficiente para atacar em locais e horários estratégicos. Não foi a polícia quem te roubou, não foi a polícia quem matou um conhecido seu, supondo que o seu conhecido não é o bandido da história. Foi o bandido. 
Quando eu vejo a cara do vagabundo na tv dizendo: "Fiz nada não senhor.", "Fiz porque eu sou pobre.", "Fiz porque eu queria um celular." Caraca, o sujeito não faz um esforço sequer pra estudar, pra tentar trabalhar, ele simplesmente fica esperando na esquina alguém que deu um duro danado para comprar um celular. Pobreza não é sinônimo de maldade, de falta de caráter (ou de mau gosto para música), nem é desculpa para justificar mal feito.
(Claro que há casos em que, o Brasil como um bom país corrupto, tem umas frutinhas podres na corporação, mas nesse caso eles passam a ser os bandidos. Já que vai ficar puto, fique com o bandido.)

NEM SEMPRE PROTEÇÃO É FICAR DO LADO

Em uma escola particular do Espírito Santo, existia um jovem professor, que as meninas chamariam de "Gatinho". Uma das meninas se encantou pelo professor de uma forma obsessiva. Vamos chamá-la de Veruska e o professor de Xande. Pelo amor de Deus hein, eu não sei o nome da menina. Se eu acertei foi pura sorte ou azar. Vocês vão entender o motivo da minha preocupação em publicar o nome correto da garota.
Veruska perseguia o professor Xande sempre que tinha uma oportunidade e, se a oportunidade não existia, ela dava um jeito de criá-la. Ela saía tanto para ir ao banheiro feminino que uma das professoras começou a se preocupar com sua saúde, quem sabe uma possível infecção urinária. Na verdade, Veruska tinha todos os horários do professor em sua agenda e passava várias vezes nas salas em que ele estava lecionando.
Para o professor Xande, no começo era até engraçadinho, ele tinha noção de que chamava a atenção das mulheres não importando suas idades. Das passadinhas nas outras salas de aula, Veruska passou a dar doces e a deixar bilhetinhos de bom dia assinados na mesa do professor. Ele continuou achando engraçadinho, mas com o tempo ele começou a perceber que não era normal e achou melhor colocar uma distância ainda maior entre ele e a garota.
Veruska não era incentivada a fazer nada para o professor. Tudo era da cabecinha dela. Se ele conseguisse levar até o fim do ano tudo desse jeito as coisas dariam certo.
Um dia, na sala de aula, uma garota deu um papel para o professor e Veruska enlouqueceu. Pediu ao professor para ver o papel, ali na sala, na frente de todo mundo. Xande se negou, afinal ele não tinha a obrigação de mostrar e ela não tinha o menor direito de saber. Ele fechou a mão com o bilhete dentro. Veruska babou de ódio e mordeu sua mão até que ele a abrisse e deixasse o papel cair. O professor gritou de dor com a mão ensaguentada e Veruska, com a boca cheia do sangue de Xande, pegou o papel no chão que dizia: "Professor, favor liberar Karina mais cedo. Obrigada. João." Era um bilhete do pai da outra aluna.
A situação foi parar na diretoria, claro. O ocorrido havia sido um absurdo e deveria ser punido. Veruska recebeu três dias de suspensão, mas o mais surpreendente ocorreu no dia seguinte.
Na manhã seguinte, Veruska compareceu à escola acompanhada de seu pai, um advogado muito prepotente que vamos chamar de Dr. Pai.
O Dr. Pai estava exaltado e se fazia valer de sua profissão para ameaçar a instituição educacional com um processo pela forma como a filha havia sido tratada. Nem mesmo as explicações do diretor da escola, que também mencionou o fato de que a menina era problemática e que ela precisava de um acompanhamento especializado, o fizeram mudar de opinião. Ele esbravejou, socou mesas, jogou uma pilha de papéis em cima da mesa do diretor e insistiu no processo. Em função disso o diretor o informou que a suspensão de três dias não seria de forma alguma modificada por ameaças. 
Dr. Pai, que diga-se de passagem foi um péssimo exemplo para a filha, ao invés de saber a fundo do que acontecia com a menina e o que fazer para corrigir seu desajuste, processou a escola e perdeu.
Veruska foi expulsa da escola e Dr. Pai se mostrou incompetente em pelo menos três pontos: como pai, como advogado e como pessoa, já que havia dezenas de testemunhas para o que sua filha havia feito. Mas fica a preocupação ainda maior: Ele provavelmente está criando uma sociopata violenta, que se parar de morder os professores poderá inclusive ter um diploma em Direito.
Acho que pai e filha precisam de tratamento psiquiátrico.
Ah, pra quem não percebeu meu receio: Vai que o Dr. Pai resolve me processar por contar o caso de sua santa filhinha.

LIBERDADE X LIBERTINAGEM

Quando se é criança, não é muito comum darmos importância ao que nossos educadores nos dizem além do que vai cair na prova. Eu não esqueço de uma frase que a minha coordenadora Jussara dizia sempre: "Vocês confundem liberdade com libertinagem." Ela repetia tanto que não existe prova melhor de que a maioria não dava a menor pelota pra isso. Mas eu dava e muito.
Confundir liberdade com libertinagem, confundir o fato de ser livre com ter permissão para desrespeitar o direito alheio, de fazer tudo o que quer sem se importar com o próximo. Isso também me lembra outra frase que ela dizia com muita frequência: "O seu direito termina onde começa o do outro."
Às vezes eu paro e penso que o brasileiro tem essa falta de habilidade de lidar com a liberdade encrustada no DNA. Brasileiro não sabe o que fazer com a liberdade.
Claro, que o exemplo clássico que vou utilizar agora não vai ser novidade pra ninguém: SOM ALTO!!!!!!!
Todos temos o direito de ouvir música, é um ato saudável para a alma, faz bem pra mente (eu estou dizendo música, não lixo.) Mas o que a maioria esquece é que o resto do mundo não tem obrigação de ouvir o que você está ouvindo e muito menos em um volume insuportável.
Muitas vezes eu chego a acreditar que o brasileiro não tem direito à liberdade, porque a liberdade na mão de quem não sabe como usar é equivalente a uma arma na mão de quem não sabe usar. Uma hora ou outra alguém acaba ferido ou morto. E eu estou falando sério.
Vamos nos fingir de besta e que acreditamos que o sujeito com o som alto não percebeu que ele está incomodando. (Nossa como eu me esforço pra acreditar nisso!). Você vai com toda a educação e pede pra pessoa abaixar um pouco o volume e ela simplesmente ignora o seu pedido. Você ainda argumenta mostrando pra ela que está atrapalhando a atividade tranquila dos vizinhos num domingo que normalmente é ver televisão, ler um livro, ter sossego. A pessoa continua com o som alto, com um copo na mão, a cara cheia de cachaça (eu uso o termo cachaça nessas situações para qualquer tipo de bebida que esteja sendo ingerida por uma pessoa desse nível). Sinceramente, o meu lado animal tem vontade de rasgar a garganta da pessoa, porque eu estou conversando com ela, explicando pra ela que o som está incomodando e ela continua achando que pode tudo, sem se importar com o bem estar dos vizinhos, mas somos civilizados e eu continuo lembrando das lições que os educadores e pais nos davam: "Violência não leva a nada".
Obviamente, tudo o que eu disse poderia ser resolvido com uma educação e base familiar melhores. Note que existe um "e" entre a educação e a base familiar, responsáveis pelo senso de limites das crianças, "e" não um "ou". Não adianta deixar a carga da criação dos filhos para a escola se os pais não são capazes de dar limites e ensinar o respeito.
Eu não acredito que depois de adulta uma pessoa não consiga aprender o que é certo ou errado, tanto que se alguém fizer a mesma coisa com ela, perturbar o seu sossego, ela vai achar ruim. (Está aí o motivo pelo qual eu tenho que me esforçar tanto para acreditar que a pessoa não sabe que está incomodando).
A educação no Brasil não está em um nível satisfatório? Não. Não está. As leis são criadas e aplicadas devidamente? Não. Mas a criação, o berço, a família está muito pior. (E eu acho que não tem nada a ver com o fato da criança ter apenas um dos pais ou terem pais do mesmo sexo.) Ensinar respeito aos professores, obediência às leis e respeito ao próximo começa na família. Hmmm.... essa questão de respeito e educação começar na família me lembrou um caso que aconteceu em uma escola particular, mas fica pra outra hora.

sábado, 7 de julho de 2012

EU QUERIA TER SIDO WAGNER MOURA POR UMA NOITE

Há algumas noites a MTV promoveu um show maravilhoso que a despeito de qualquer coisa está gravado no coração de qualquer fã da Legião Urbana, como um ícone na área de trabalho de um computador que abre um programa capaz de promover excitação e alegria.

Ninguém vai substituir Renato Russo, mesmo com a voz idêntica porque Renato Russo era simplesmente Renato Russo. Fizeram e jogaram a forma fora, o que de certa forma é lamentável para as gerações futuras se não mantivermos a Legião viva em nossos corações, nossos Ipods, nossas vozes, ou seja, lá em que tecnologia esteja por vir.

Eu não consigo imaginar um espírito mais bravo e corajoso que o de Wagner Moura, que sendo pessoa pública, talentosa e que não é cantor, naquele palco pra fazer isso. Também não imagino uma pessoa que tenha sido mais feliz que ele. Dava pra ver nos olhos o quanto ele voltou a ser adolescente, o quanto ele estava orgulhoso, o quanto ele estava se realizando por estar entre Dado e Bonfá. Acredito que só estaria mais feliz se o próprio Renato estivesse lá em cima.

O microfone falhou, não só uma vez, dane-se, a Legião estava lá com ele. A Legião é uma só voz que se recusa a calar as ideias de amor e rebeldia, de sentimentos, de pensamentos concisos e quem não entende, simplesmente não é capaz de pensar. Se te olham torto, provem que não é o olhar alheio que vai definir a sua vida, mas a tua vontade.

Tenho muita pena daqueles que perderam seu tempo reparando no que deu errado, ou procurando defeitos  porque deixaram seus espíritos pouco evoluídos passarem por mais uma noite de tédio, quando poderiam espantar todo o stress de suas vidinhas tacanhas e pobres de espírito e, por pelo menos uma noite, abrir a boca e confessar que adorariam, ter sido Wagner Moura.

Wagner, cara, tô contigo e não abro. Energia pura!!!!!!

sábado, 30 de abril de 2011

PREVIDÊNCIA SOCIAL DESCASO TOTAL

Todo trabalhador formal, obrigatoriamente, tem descontado em sua folha de pagamento um percentual que hoje obedece à uma tabela com os percentuais de 8, 9 ou 11% a grosso modo de acordo com  sua remuneração mensal. É o famoso desconto do INSS que aparece no demonstrativo de pagamento nosso de cada mês. As empresas são obrigadas a pagar à Previdência o valor de 20% da remuneração com incidência de INSS, mais o percentual de Seguro Acidente do Trabalho para cada funcionário e percentual para os Terceiros. Esses percentuais variam de acordo com o tipo de empresa.
Não vou me ater a detalhes mais técnicos, porque o importante é que você é obrigado a contribuir com a previdência para ser segurado em casos de doenças ocupacionais ou não, acidentes de trabalho e pensão para filhos ou cônjuges em caso de falecimento. Supostamente é a garantia que o trabalhador tem de não passar necessidades caso não possa exercer suas atividades por um período de tempo e também para a aposentadoria por tempo de contribuição.
Quando uma pessoa é afastada pela previdência ela precisa apresentar exames e o encaminhamento da empresa para a mesma. O médico do trabalhador emite um laudo dizendo que o mesmo não está apto para o trabalho e o perito que, teoricamente é um profissional de saúde qualificado, pode acatar ou não, podendo afastar o funcionário por um período temporário ou aposentá-lo de acordo com o ocorrido. Quando o funcionário é afastado ele recebe seu salário normalmente pelo INSS tendo assim condições de se recuperar sem o stress da possibilidade de deixar os seus passando necessidades financeiras no período. Quando o perito nega o benefício, o funcionário tem que passar pelo médico do trabalho que vai liberá-lo ou não para o retorno ao trabalho com base em novos exames solicitados ao beneficiário. Se o Médico do Trabalho não aprova o retorno o funcionário para sua antiga função e também não vê a possibilidade de remanejamento, o colaborador tem que voltar para enfrentar uma nova perícia.
Mas uma coisa que não faz sentido está ocorrendo aos montes prejudicando ao trabalhador que, relembrando, é obrigado a contribuir. O perito olha os novos exames do funcionário que não teve qualquer melhora em seu quadro de saúde e nega o benefício, desrespeitando qualquer laudo que um especialista tenha feito. Ele nega o benefício e o funcionário que já teve o parecer do médico do trabalho que o classificou como não apto, fica sem remuneração, porque não pode voltar ao trabalho.
Segundo uma entrevista do Fantástico com um cidadão chamado Ariosvaldo Costa que é defensor público da União, o ônus de provar a doença é do funcionário. Agora me digam se faz sentido isso! O funcionário leva todos os documentos, exames minuciosos de especialistas e o sujeito que se diz perito nega. Que prova mais o infeliz quer? Quem já precisou de uma perícia sabe muito bem que o perito não mede nem a pressão da pessoa. Não faz nem um exame clínico. Fica com o traseiro pregado na cadeira olhando os papéis que o funcionário leva pra ele. Digita uma coisa ou outra no computador e diz para o segurado pegar o papel com o resultado na saída. Como se não bastasse isso, ainda são delicados como burros xucros (sem ofensa aos burros). São extremamente grossos e arrogantes. Acredito até que sem nem um senso de humanidade, porque não imaginam o que as pessoas passam. Acredito que exista até um esquema de pagamento acréscimo nos salários deles por benefícios legítimos negados. Não é a toa que nas perícias não permitem a entrada de um acompanhante e existem placas por todos os lugares dizendo que é crime agredir os peritos. Imaginem a situação de um pai de família, com várias bocas para sustentar, sem condições, com a incapacidade comprovada por laudos e exames quando tem o benefício negado e ainda por cima é maltratado por esses ditos profissionais. Enquanto isso, os espertalhões que conseguem criar segurados fantasmas, colegas de trabalho dos peritos incompetentes, desviam milhões da Previdência e aqueles que realmente precisam que se danem.